Saudações, guerreiros da Luz
Para quem não conhece a história, o
lendário “Chuck Norris”, falecido este ano com 86 anos, cresceu apanhando na
escola por conta de sua descendência “diferente” (ele descendia de nativos
norte americanos e irlandeses). Naquela época, diferente de agora, chorar,
alegar depressão e culpar o mundo todo por seus problemas não era uma opção.
Você precisava se fortalecer e passar por aquilo da melhor forma possível. No
final da adolescência, buscando um rumo para a vida, ele se alistou na força
aérea e em uma missão na Coréia, aprendeu uma arte marcial chamada Tang Soo Do.
Unindo a disciplina adquirida no exército com a das artes marciais, encontrou
foco e propósito que tanto buscava, ao passo que finalmente conseguira lidar
com a raiva e frustração por conta dos problemas que teve.
No entanto, ao voltar aos EUA, entrou
para o meio cinematográfico, e como ele mesmo descreve, foi inserido em um
mundo da mais completa decadência moral e ausência de valores, algo que
destruiu completamente sua vida pessoal, integridade e casamento. Essa situação
de decadência e novamente, falta de propósito, só terminou quando ele encontrou
aquela que seria sua segunda esposa, que o convidou para rezar com ela. Como
ele relatou diversas vezes, aquela era a primeira vez desde a infância que ele
fazia isso, mas a experiência o tocou profundamente, tanto que daquele momento
em diante, ele passou a viver sob um forte código de conduta mesclando
disciplina militar, artes marciais e moral religiosa. Nisso, ele começou a se
reerguer, e passou a questionar severamente o que a indústria do cinema estava
fazendo com a moral de toda uma sociedade, em especial, de suas crianças.
Naturalmente, ele foi “cancelado” pela mídia e por Hollywood durante muitos
anos, mas seguiu com seus protestos longe dessa mídia.
Chuck Norris foi um dos primeiros atores
que expos sem receio a corrupção moral que caracterizava Hollywood, sendo
também um dos primeiros que alertou o público que que essa indústria era
declaradamente contra religião, moral e qualquer valor que pudesse tornar a
pessoa verdadeiramente melhor e mais independente da cultura do consumismo (afinal,
quanto mais ligado a valores elevados, menos suscetível é um indivíduo à
degradação moral, consumismo e idolatria). Para quem acha que isso era mera “teoria
da conspiração” por parte dele, basta pesquisar a quantidade de problemas e
barreiras que outro ator de pensamento semelhante, Mel Gibson, passou para
conseguir finalmente colocar em prática seu filme Paixão de Cristo em 2004. Este
filme, inclusive, contou com o apoio de Chuck Norris para conseguir sair do
papel. Se mesmo assim ainda parece teoria da conspiração, peço que pensem por
que um filme que, mesmo lutando contra toda uma estrutura ideológica, fez
enorme sucesso, mas até hoje não conseguiu ter sua continuação produzida.
Hoje, vivemos tempos muito mais
sombrios e decadentes; não por acaso, fortes obras de fantasia foram
sistematicamente tomadas por essa indústria corrupta de modo que todas foram
deturpadas além da imaginação de qualquer fã ou admirador. Ocorreu com O Senhor
dos Anéis, A Roda do Tempo, Willow, Star Wars, heróis Marvel e DC e muitas
outras propriedades. Até mesmo os jogos de aventura e RPG foram tomados por
essa cabala profana, como os jogadores de D&D, Dragon Age e World of
Warcraft podem muito bem testemunhar. Todas essas iniciativas fracassaram na
tentativa de atrair novos públicos, gerar dinheiro, reescrever a história ou
gerar novos mercados, mas o objetivo, como o senhor Norris já havia alertado,
não era nenhum desses. O objetivo sempre foi o de destruir a moral e noção de
certo e errado das pessoas, a ponto que as mesmas percam qualquer referência de
bem, honra e propósito, ficando cada vez mais frágeis, dependentes e
manipuláveis.
Agora, a Wokeflix, uma empresa que
afundou completamente TODAS as franquias de fantasia nas quais colocou seus
tentáculos, se propôs a fazer uma “releitura” do primeiro livro das Crônicas de
Nárnia, uma obra assumidamente cristã, que teve inclusive bons filmes no início
dos anos 2000. Como muitos aqui já devem ter ouvido falar, Aslan (uma alusão
clara e assumida de Jesus Cristo) agora será dublado por uma mulher da “lacrosfera”,
e não possuirá nenhum elemento religioso, sendo aqui uma figura andrógena inspirada no cantor David Bowie
(não, infelizmente, não estou brincando nem estou louco).
O vídeo abaixo, compartilhado pelo
jogador que interpreta Gronark, mostra bem essa agenda de destruição do bom e
sagrado, que alertada há décadas por Chuck Norris. Esta afronta abominável
provavelmente será um fracasso colossal em termos de público e finanças, mas
infelizmente, alcançará seu objetivo primário, que é o de destruir aquilo que é
Bom, custe o quanto custar.

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