sexta-feira, 28 de novembro de 2025

A Canção de Prata: Plenilúnio

Saudações, guerreiros da Luz.

Nos últimos pergaminhos temos discutido sobre a mácula macabra que tem se consolidado nos jogos e literatura de fantasia, e como essa deturpação de valores e incentivo à depravação tem destruído não apenas os gêneros em si, mas também as pessoas que por uma razão ou outra, abraçam essa corrupção.

Dungeons & Dragons, em sua encarnação atual, é uma ofensa e afronta a tudo o que o jogo um dia representou. Livros atuais de fantasia, especialmente fantasia romântica, abraçam abertamente depravações cada vez mais grotescas, tentando tanto atrair pessoas cujas almas estão tomadas por essa insanidade ao mesmo tempo em que tentam glamorizar comportamentos autodestrutivos e perigosos. No entanto, mesmo nesse cenário apocalíptico, ainda há criadores de jogos e escritores lutando para trazer um pouco de luz e provar que nem tudo está perdido. 

Quem acompanhava os Salões de Valhalla em seus primeiros anos de existência talvez se lembre que minha esposa se dedica à arte da escrita, produzindo resultados muito superiores àqueles que fui capaz de apresentar com meus modestos manuscritos. Há poucos dias, ela terminou a revisão de uma história que inicialmente se chamava O Enigma da Lua, que agora, fora rebatizada de A Canção de Prata. Esta saga está dividida em três livros, sendo que o primeiro e o segundo já foram escritos. São livros que tratam de temas que para nós, admiradores do gênero fantasia, são precisos, e que atualmente, têm sido sistematicamente apagados em obras “atuais”: Superação de desafios, sacrifício, amizade, crescimento e amor (amor verdadeiro, não o “amor” das turbas depravadas de Gronark).

O primeiro livro da Canção de Prata está disponível na Amazon, por R$16,01. O valor é muito mais alto do que o que minha esposa pretendia, uma vez que a Amazon precifica tudo em dólar. Mesmo utilizando o valor mínimo de cobrança para que 70% do valor não fique com a empresa (USD 2,99), o preço ficou mais alto do que o que era pretendido. Especialmente nos dias de hoje, é e sempre será um produto de nicho, mas é um esforço sincero, feito com muito esmero, que tem como intenção trazer um pouco de luz para esse gênero que tem caído cada vez mais nos abismos da perdição. Quem desejar conferir, ou puder ao menos divulgar, o livro pode ser encontrado neste PORTAL.

Pouco a pouco, purificaremos a fantasia medieval para que ela seja aquilo que Tolkien, Lewis, Weis & Rickman e tantos outros almejaram: Um reflexo de como o mundo pode ser um lugar melhor.

4 comentários:

  1. Gronark, o Senhor do "Amor"1 de dezembro de 2025 às 08:41

    A tentativa de resgatar a fantasia clássica feita pela bardeca é inútil, caolho! Meus servos que escrevem romantacy e os novos livros de D&D já dominaram o mercado, e até mesmo a Amamon incentiva mais essa literatura depravada pois sabe que a perversão vende mais que a virtude! Não se pode vencer contra o “Amor’ verdadeiro! HAHAHAHAHAHA

    Astreya, seja inteligente e atualize seu livro para Romantacy e prometo que irá vender muito mais. Transforme Elora é uma “Lacradriel” empoderada, que está sempre correta e que não precisa de homem nenhum. O Laucian precisa um “zé droguinha” malandro de rua para ser um rebelde problemático sem causa e aceitar que virar a encarnação do Khatul não é algo ruim, mas natural, já que bem e mal não existem! Valenia não precisa mudar muito, só manter ela raivosa e deixa-la invencível e odiando homens. Ao mesmo tempo coloque algum dokalfar, ou tiefling, sádico e “gostoso” pra dominar ela num dark romance, as garotas de hoje adoram isso! E por ultimo o Myron, esse clérigo precisar ser completamente refeito, se tornando um fanático patriarcal repulsivo que faz de tudo para converter os outros a sua fé enquanto oprime as liberdades alheias. Deve tornar esse orelhudo num ser mesquinho, fraco, egoísta e que irá morrer quebrado ao ver que sua deusa o odeia por ele ser um homem, que é destinado a ser dominado pelo feminismo. Coloque isso e muitos outros elementos de “romantacy” como empoderado feminino, diversidade e “amor” que você irá ganhar muito ouro, deixe de ser uma bardeca e se torne uma verdadeira escritora moderna. É possível que até mesmo a Amamon compre os direitos da sua história pra fazer um liveaction no melhor estilo “Senhoris do Lacre – A Diversidade do Poder” ou “Wheel of Doom”, HAHAHAHAHAHAHA

    [Eu lembro de ler a trilogia junto com a minha esposa e nós dois gostávamos bastante da Valenia por ver o crescimento dela durante os livros. Também me recordo de ver a continuação uma vez onde mostrava uma dokalfar druida.

    Eu achei bem legal porque na mesa onde eu jogo, o Rhorvals e a Verhanna também resgataram uma bebezinha drow que batizaram de Tirianne, cujo os pais fugiram do subterrâneo pra não adorarem Lolth e foram caçados por uns alto-elfos. Tanto que o pai da criança colocou ela num junco de rio pra ser arrastada pela correnteza na esperança de dar mais tempo pra filha. A Verhanna achou e levou pra casa onde adotaram a criança. Só que os elfos que estavam caçando a bebê queriam “terminar o serviço”, e só não o fizeram porque o Rhorvals estava com ela no colo e reconheceram quem era ele. E mesmo assim o meio-elfo ainda salvou os caçadores alto-elfos da Verhanna que queria transformar eles em fertilizantes por ameaçarem um bebê na floresta dela.

    O engraçado é que a Tirianne se tornou uma druidesa e meio que se tornou a filha mais parecida com a Verhanna. A garota até chegou a se casar com o Silevran, um dos filhos biológicos do Rhorvals e da Verhanna e que também é um druida. E os dois tomaram o lugar da mãe como os guardiões da Floresta Alta.]

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tolo demônio. Já devia saber que lady Astreya jamais "atualizaria" sua obra para que se enquadrasse em seu pérfido Romantacy. Diferente de seus cultistas pervertidos que produziram “Senhoris do Lacre – A Diversidade do Poder” ou “Wheel of Doom”, que se vendem às primeiras promessas de dinheiro ou poder, Astreya segue o exemplo dos mestres antigos, que jamais se curvaram ao Caos e seu "amor".

      (Fico feliz em saber que você e sua esposa leram as versões originais e gostaram. astreya também ficará feliz em saber. Interessante também que Rhorvals e a Verhanna resgataram e adotaram uma bebezinha drow que se tornou uma druidesa. Não sabia desse fato. E mais interessante ainda o fato dela ter se tornado posteriormente uma das guardiãs da Floresta Alta. Esta concepção de legado é algo muito preciso em histórias de RPG, e que tem sido completamente esquecido nos dias de hoje), e é algo que Astreya trabalha muito bem em suas histórias).

      Excluir
  2. Grande Odin, mande os parabéns a sua esposa pelo livro. Eu acabei de adquirir meu exemplar e já o anunciei no grupo do wpp da minha mesa. Os dias nesse fim de ano estão mais curtos, mas assim que voltar aos meus domínios irei divulgar o livro lá também e no meu primeiro fim de semana livre irei parar para lê-lo com a devida calma para depois comentá-lo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Agradeço muito, nobre amigo, e certamente passarei seus cumprimentos à minha esposa. Muito obrigado pelo apoio e parceira de sempre!

      Excluir