Como o sábio
mestre Tolkien dissera uma vez, nenhuma escuridão dura para sempre. Talvez,
estejamos vendo o primeiro sinal real de luz no fim do túnel na história
hedionda e o mar de lama colorida em que D&D foi mergulhado nos últimos
anos.
Há cerca de sete
meses, Dan Ayoub (um autodeclarado fã do D&D old school) assumiu o comando
da marca, em um momento, como todos sabem, bastante crítico; depois de dobrar a
aposta da agenda woke em D&D e hostilizar repetidamente seus jogadores
verdadeiros, a WotC chegou ao ponto abissal de ofender duas vezes a própria
família de Gary Gygax. Como óbvia consequência, os poucos que ainda tinham disposição
(aqui podemos usar a expressão “sangue de barata”) para apoiar a WotC deixaram
o barco, e a empresa e o jogo começaram a ser pesadamente criticados. Foi
inclusive feita uma pesquisa oficial de satisfação no D&D Beyond, onde
ficou cristalina a fúria e insatisfação dos jogadores. Neste cenário, Dan Ayoub
teve o bom senso de não “triplicar a aposta”, e fez o que nenhum gestor da WotC
fez: Ele assumiu que haviam perdido o caminho, e que precisavam mudar.
Como passo
concreto nesse sentido, ele se aproximou de Luke Gygax, filho de Gary Gygax, e
se desculpou publicamente pelo o que a WotC fizera com sua família. O encontro
foi mediado pelo ator e jogador veterano de D&D Joe Manganiello, também
descontente com a empresa porque a mesma cancelou o show que ele estava
preparando ambientado no mundo de Dragonlance, seu cenário de campanha
favorito. Mais do que isso, Ayoub convidou Luke para trabalhar no que seria a
recuperação da marca e seu legado, em um livro chamado Melf's Guide to Greyhawk
(apenas como curiosidade, Melf – “male elf” era o personagem de Luke na
campanha mestrada décadas atrás por seu pai). E no intuito de realmente
sacramentar seu compromisso em trazer de volta a essência do D&D, Ayoub
trouxe para fazer a capa do livro (imagem que ilustra esse pergaminho) o lendário Jeff Easley, ilustrador veterano
que praticamente deu a “cara” do AD&D como o conhecemos. Isso é
especialmente interessante porque a WotC já havia hostilizado Easley
abertamente por ele representar a velha guarda de criadores e artistas.
Em relação a
Luke Gygax, o mesmo declarou na última Gary Con que gostava da 5ª edição do
jogo por ter trazido uma nova geração de jogadores ao hobby (apenas por isso),
mas que achava que aquela edição removera muito do desafio e emoção do jogo.
Nas palavras dele, o jogo deveria ser sobre personagens aventureiros, não super-heróis
destruindo tudo em seu caminho. Desta forma, sua proposta inicial não seria a
criação de um novo sistema (que seria a solução real para o problema), mas sim
usar o livro de Greyhawk para trazer diversas novas regras que tornassem o jogo
mais desafiador e dentro do clima que nunca deveria ter perdido. As classes,
regras de descanso, magias, etc seriam ajustadas para fazer sentindo em
Greyhawk. Há, no entanto, especulações bem embasadas de que o trabalho de Luke
Gygax abra as portas para um novo módulo “classic” de D&D, que com o tempo,
acabaria posteriormente evoluindo e funcionando como uma nova versão do
sistema. Isso abriu portas para outra ação importante junto a Tracy Hickman e
Margaret Weis: O lançamento em agosto deste ano de uma nova trilogia de
Dragonlance, desta vez, sem agendas e garotas “fortes e independentes”; uma
trilogia focada em Huma e Magius, mostrando a origem das Dragonlances e muito
do mundo de campanha que serviu de palco para a trilogia clássica do cenário
(falaremos mais sobre isso no próximo pergaminho)
Minha opinião
como quem tem acompanhado de perto e com atenção todo o desastre que se deu nos
últimos anos é que pela primeira vez, temos motivo para acreditar que as coisas
podem melhorar. Não porque acredito que Dan Ayoub, como jogador veterano que
aprecia AD&D assumiu para si a missão de resgatar D&D e está reunindo
um grupo de companheiros de peso para isso. Mas porque a marca, como tudo o que
abraça a ideologia woke, chegou ao fundo do poço. Mas diferente do que ocorre
com os desastres produzidos pela Disney, a Hasbro (detentora da WotC) e seus
acionistas já deram sinais claros que não investirão dinheiro em uma marca
falida, e que estão descontentes com o grau elevadíssimo que a marca D&D
tem de rejeição no mercado (rejeição esta que segundo análises, está
respingando em outras propriedades intelectuais da WotC e por tabela, da
Hasbro).
De forma
sucinta, ou D&D se levanta e anda com as próprias pernas, ou a marca será
definitivamente enterrada. Na época do AD&D, a TSR estava com problemas
financeiros e estruturais, mas o jogo tinha uma base sólida, fiel e forte de
jogadores. Hoje, o cenário é muito mais negativo, porque a WotC não tem como
pagar por todo o investimento feito no novo D&D e suas plataformas, e está
sendo abertamente boicotada por todos os seus jogadores reais. Dan Ayoub sabe
que a “turminha do amor” nunca se interessou verdadeiramente pelo jogo, e que
se ele desejar manter seu emprego, precisa de mudanças profundas, e rápidas. Eu
considero sim a possibilidade de que Melf's Guide to Greyhawk seja mais um “produto
isca” para tentar atrair jogadores antigos mas que na prática, serve apenas
para continuar propagando a agenda woke no jogo (como ocorreu com o sofrível
Dragonlance 5e). Mas levando tudo o que já aconteceu e o trabalho que Ayoub
está tendo para desvincular a imagem de D&D da imagem da WotC, penso que há
razões concretas para se ter (um pouco) de esperança. Para mais informações
sobre o assunto, basta entrar neste PORTAL.
Aguardemos e vigiemos...

Esse livro novo de D&D não passa de um Cavalo de Tróia moderno para atrair os jogadores veteranos e corrompe-los aos poucos, já que a Hasbro/Wizards estão entre meus mais devotos lacaios e completamente absorvidos na ideologia progressista do “Amor”. Não luz no fim do túnel que não seja a luz arco-íris da modernidade, caolho! Desista e aceite o amor! HAHAHAHAHAHA
ResponderExcluir[Eu ainda acho que isso é uma isca, mas só o fato de terem colocado uma arte do Jeff Easley na capa já é algo a se comemorar. Só espero que à arte interna do livro seja igualmente boa e que não coloque horrores gráficos como foi no livro do jogador de 2024.
É bom ver o velho Melf voltar em uma arte digna e clássica. Ele foi um personagem extremamente importante na nossa campanha, já que o Onselven (o nome verdadeiro dele) criou o Principado de Onselven junto do príncipe Carandir pelo fato que a rainha Yolande de Celene estar se isolando do mundo e jogando as antigas alianças no lixo. Ele realmente era um personagem guia e que lembrava muito o Elrond. Uma coisa que fizemos na nossa mesa foi mudar a estética dos elfos cinzentos para serem mais próximos dos Noldor de Tolkien, e o cabelo prateado é algo bem raro neles e que o Melf tinha, tanto que o apelido dele era “Onselven dos Cabelos Prateados”. Outra mudança é que ele teve a ficha dele mudada de mago/guerreiro para “Battle Sorcerer”, já que essa variante de feiticeiro lembra muito o que era os elfos nas edições mais antigas de D&D, onde combinavam magia e capacidade de combate. Vou colocar o link aqui que mostra a variante. O mais engraçado é que essa variante é que se tornou o “feiticeiro” padrão a onde eu jogo, hahaha]
https://srd.dndtools.org/srd/classes/baseCore/sorcerer.html#battle-sorcerer
Os ventos começaram a mudar de rumo, demônio. Seus servos coloridos sem alma ou dignidade não podem fazer frente à Verdade, e aos esforços dos verdadeiros jogadores de D&D que clamam por seu jogo de volta. Se este livro se provar um ardil, a fúria justa de ao menos duas gerações de jogadores de D&D (e dos acionistas que precisarão pagar pelo prejuízo que o jogo está dando) fará com que seus cultistas precisem se esconder novamente nos buracos mais fundos do Abismo, lugar do qual jamais deveriam ter saído. Marque minhas palavras.
Excluir(Concordo com você. Tudo o que li sobre Dan Ayoub nesse contexto foi positivo, tanto que me chamou a atenção ele se declarar um jogador antigo e seus movimentos - estes, mais sutis - em tentar se afastar da WotC em termos de visibilidade. A empresa tratou muito mal Jeff Easley nos últimos anos, chegando ao absurdo de apagar seu nome de uma arte promocional do último filme de D&D e ainda indiretamente ofender seu trabalho como "retrógrado" e "obsoleto". Para ele ter voltado, é porque algo concreto foi prometido. A própria abertura dada a Luke Gygax depois das desculpas de Ayoub e a nova trilogia de Dragonlance supostamente sem "lacração" são bons sinais. No entanto, na situação em que estamos, "bons sinais" não bastam. E na minha opinião, nem "meias medidas". Para realmente resgatar o jogo, Ayoub e a equipe que ele reuniu precisarão mudar drasticamente D&D, e não sei até onde estão dispostos a isso. Por isso, o que nos resta é aguardar e vigiar.
Sobre Melf, muito interessante a forma como vocês o usaram em sua campanha. Eu tive vontade de fazer isso muitos anos atrás em uma aventura na qual o grupo foi transportado de Elgalor para Oearth, mas acabei desistindo porque não tive tempo de ler o bastante sobre o personagem para fazer uma apresentação digna dele. Como você disse, ele é um personagem realmente importante no cenário que, para mim, é o melhor de D&D. Mas gostei muito da forma como o trabalharam, realmente honrou o personagem.
Sobre o "battle sorcerer" agradeço muito por ter compartilhado. Eu não conhecia a classe, e ela combina perfeitamente com aquele conceito de elfo como personagem que citei em um pergaminho semanas atrás. Após ler a descrição, senti que aquilo deveria ter sido o molde mestre do feiticeiro desde o início. Apesar do mago e feiticeiro serem fundamentalmente diferentes, sempre senti que era necessário algo mais para separar os dois (a ideia de criar diversas "linhagens" para o feiticeiro é algo do qual nunca gostei), e essa classe resolve muito bem a questão, sem grandes mudanças. Agradeço mesmo por compartilhar).
Perca suas esperanças no amanhã, velho tolo! Irei destruir elas com essas novidades que irei compartilhar!
ExcluirO retorno desses autores retrógados não irá mudar nada, pois meus servos em “Evilwood” já estão se preparando para voltar a destruir e degradar heróis em novas produções cinematográficas. Além disso, o vídeo abaixo explica bem o trabalho que foi feito durante décadas. O “Amor” é mais poderoso que a “Verdade, já que ela foi derrotada no momento em que as pessoas começaram a ter medo de abrir a boca para falar contra tudo da cartilha progressiva por terem medo de cancelamentos e punições! HAHAHAHAHAHA
https://www.youtube.com/watch?v=0AsjZi-lfmw
Também tenho uma notícia maravilhosa para ver como a Europa está no mesmo nível do Bananil no quesito de degradação cultural. Já que na Espanha, um certo grupo de homens, que não deveriam estar no país, fizeram uma “atrocidade” com uma jovem inocente. Mas o melhor vem agora, porque no lugar do governo prender esses indivíduos e ajudar a jovem a superar o trauma, eles simplesmente não os prenderam e fizeram uma eutanásia na garota! Além disso os órg@os da guria já estavam destinados a certos pacientes com “recur$o$. A Europa é extremamente evoluída no “amor” pois todos ganham! Os criminosos não são presos, o governo ajuda na eutanásia da inocente e os ricos recebem os órg@os dela em troca de “$$$$$$$” para o governo! É MUITO “AMOR”, HAHAHAHAHAHAHA
Me permita lhe agradecer, caolho... você e a Athena, pois graças aos árduos esforços de ambos, conseguiram impedir Abel, Poseidon e Hades de fazerem uma limpeza nesse mundo. Eu, meus lacaios e aliados jamais teríamos conseguido prosperar tanto na propagação do “amor” e “progressismo” se não fossem por vocês.... meus mais sinceros agradecimentos, HAHAHAHAHAHA
https://www.youtube.com/watch?v=QdU12FjaD10
[Eu vi o primeiro vídeo de como as histórias sobre moral e heroísmo ondem e me lembrei de como a mídia podre atacou o Chuck Norris após o falecimento, justamente porque ele foi um dos poucos atores que realmente não compactuou com a corrupção e destruição da moralidade nas histórias atuais. Uma frase no vídeo fala bem uma verdade, “Uma arm@ pode m@tar uma pessoa, mas uma história pode m@tar um valor ou ideal.
Sobre o segundo vídeo revoltante, mostra que não é só nosso amado “Brasa” (nome que nosso governo quer dar para nossa nação pra poder colocar a cor vermelha no lugar do azul e amarelo) que está chafurdado na podridão, todos os lugares estão em algum grau. É como meu cunhado e meu irmão brincam “envelhecer é perceber que o Abel e o Poseidon não estavam tão errados”. Eu vou um pouco mais além, como eu falei pra eles, “Se minha família e amigos poderem entrar no Elísios, eu orgulhosamente vestiria a Surplice de Garuda e honraria o título de Estrela Celeste do Heroísmo.]
De fato não há limites para sua podridão colorida, demônio! Mas marque minhas palavras: Seu "amor" será destroçado pela Verdade. Dado o tamanho da mácula de corrupção que você espalhou, eu realmente temo pelo o que sobrará do mundo no fim, mas nada irá impedir a Verdade de se manifestar. Admito que ao ver todas as atrocidades que você e seus demônios coloridos têm cometido, me questiono se a solução de Abel e Poseidon não teriam, no fim, sido mais "suaves" do que o virá nos próximos anos, mas minha fé na Verdade e no Caminho permanecem inabaláveis. No fim, vocês serão derrotados.
ExcluirE apesar de Bananil estar à beira do precipício graças a seus bruxos vermelhos e magos negros, a história da "Brasa" já foi devidamente erradicada. Este ano seus servos corruptos cairão, demônio.
(Essa notícia sobre o ocorrido na Espanha é algo horrendo, muito além do que eu esperaria ver; não pelo crime e pelos criminosos não serem punidos, porque isso infelizmente tem acontecido muito na Europa. Mas pelo destino da vítima; parece coisa de distopia. O primeiro vídeo traz uma triste verdade, mas uma história mentirosa não tem a capacidade de matar um ideal verdadeiro. Apenas de atordoá-lo temporariamente. Como eu disse antes, a verdade prevalecerá no fim, meu receio é o que restará desse mundo quando esse dia chegar.
Entendo bem sua posição sobre vestir a Surplice, muito mais do que eu gostaria. O meu maior desafio pessoal é na verdade não fazer isso. Como você, e penso, como todo pai que honra o título, não tenho problema algum em me sacrificar pelo bem daqueles que estão sob minha guarda, mas desejo fazer isso trajando uma armadura de Athena, como tantos bons homens e mulheres que conheço o fazem todos os dias. Como o próprio Chuck Norris o fez. Em meus círculos, eu excerço diversos papéis de liderança, e sei que um descuído ou exagero meu desencadearia uma castaca de problemas, porque muitos seguiriam o meu exemplo ou pagariam as consequências por meus atos. Por isso, trabalho muito para que minha fé seja sempre maior do que minha indignação, e para que eu possa sempre lutar travando o bom combate. Mas é uma luta diária, admito).