Saudações, guerreiros da Luz
Quando falamos dos cenários clássicos
de D&D, notamos uma quantidade grande de heróis e heroínas, que mesmo sem
os “superpoderes” dos personagens criados em tempos contemporâneos, deixaram
sua marca por meio de sangue, suor, determinação e sacrifício. Um de meus
personagens favoritos nesse sentido sempre foi Bruenor Battlehammer, o mais
próximo do conceito de Grande Rei dos anões que tivemos no cenário de Forgotten
Realms.
Como todo personagem escrito por R.A
Salvatore, Bruenor teve bons momentos, mas sempre foi brutalmente tolhido para
não ofuscar Drizzt Do Urden, a criação favorita do autor, e personagem pelo
qual ele nutre um apego e fascínio quase doentio. Apesar de não ter sido tão
humilhado por Salvatore quanto Wulfgar, Bruenor constantemente era relegado à
posição de eterno coadjuvante. Ainda assim, contra todas as expectativas, ele
conseguiu deixar sua marca, adquirindo o respeito e admiração de muitos fãs.
O vídeo abaixo conta de maneira muito
bem feita a história dele desde o início da saga de Drizzt até a morte honrada
do personagem. Este vídeo não cobre a história da ressurreição de Bruenor para
que ele volte a ajudar Drizzt (sim, como eu mencionei acima, o eterno
coadjuvante), mas termina em um momento realmente bom, encerrando de forma
nobre e honrada a história de um grande personagem, que só não foi maior porque
seu escritor deliberadamente não permitiu.

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