sábado, 16 de maio de 2026

Para Refletir

Vi esta interessante e esclarecedora imagem em um ótimo pergaminho escrito pelo Bardo da Névoa em seu excelente blog. 

A imagem resume de forma perfeita o estado atual de D&D, minha crítica em relação ao que nosso hobbie se tornou e porque AD&D, D&D 3 e bons indies são muito mais adequados para se jogar aventuras de fantasia medieval.

Aventuras onde haja desafio real, verdadeira caracterização de personagens e necessidade de trabalho em equipe coordenado para superar desafios de forma muito mais gratificante do que jogando com um avatar vazio, excêntrico e superpoderoso de si mesmo.

Para ler o texto do nobre bardo, basta entrar neste PORTAL


3 comentários:

  1. Gronark, o Senhor do "Amor"18 de maio de 2026 às 13:14

    A descrição do personagem da direita ainda está incompleta pela falta dos “santos pronomes”. Deveria estar identificado como “Elu/Delu” para ser totalmente completo. Além disso deveria um meio-humano/meio-cachorro/gato, pois o amor não possui limites e zoofilia é algo apreciado pelos jogadores modernos de D&D, HAHAHAHAHAHA

    [Agradeçam ao WoW, Marvel e Critical Role por isso. Graças a eles a estética e mentalidade das histórias de fantasia foram altamente afetadas. Sem falar no identitarismo, que faz com que os jogadores queiram que os personagens sejam seus avatares pessoais super-poderosos num mundo de fantasia que tem que se dobrar a sua vontade. Até mesmo o gênero de manga “isekai” cai nessa armadilha. Esse vídeo aqui mostra bem as origens dos problemas que afligem a fantasia (e qualquer gênero de história) modernos.

    https://www.youtube.com/watch?v=qreDmzK9tEQ

    O meu irmão sempre fala que “os personagens dos jogadores precisam se curvar ao mundo e não o contrário”. Isso é para sempre frisar que, mesmo sendo os peões dos jogadores no cenário, eles ainda fazem parte de um mundo maior do que eles. O Thiago e meu irmão também tem uma escala de poder “coerente” com o papel dos personagens no mundo dependendo do nível deles, que é;

    1º Nível: O personagem tá explorando masmorras pequenas infestadas de goblins/kobolds que não estão muito distantes da civilização, matando ratos nos esgotos, fazendo guarda de caravana ou expulsando goblins ou lobos de fazendas afastadas.

    5º Nível: O personagem já está salvando vilas de orcs, explorando masmorras mais profundas e/ou mais distantes da civilização, caçando monstros mais perigosos nos ermos, mapeando áreas selvagens, se tornando nobres menores e fazendo escaramuças com os vizinhos ou fazendo explorações curtas ao subterrâneo (underdark).

    10º Nível: O personagem já está sendo chamado por reis para fazer grandes buscas, caçando dragões adultos que estejam assolando um reino, liderando tropas em guerras contra reinos inimigos e ganhando títulos de nobreza maiores ou fazendo explorações longas ao subterrâneo (underdark).

    15º Nível: O personagem começa enfrentar ameaças capazes de desestabilizar continentes, como combater lichs ancestrais, enfrentar aspectos (não avatares) de deuses malignos maiores, enfrentar exércitos demoníacos invadindo o plano material.

    20º Nível: O personagem começa a enfrentar ameaças ao próprio plano material, como horrores ancestrais pré-diluvianos (Zargon, Yig, Ragnorra, Atropais), aspectos dos “Antigos” (Cria Estelar do Cthulhu, Fragmento de Pandoryn, Aspecto de Atropus), enfrentar dragões anciões ou monstros lendários como Tarrasque (esse monstro tem uma origem inspirada numa lenda famosa na mesa onde eu jogo), combater demônios no próprio abismo e até mesmo desafiar alguns lordes demoníacos ou enfrentar até mesmo deuses menores como Kyuss.]

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    1. Apesar de toda essa blasfêmia colorida, ao menos os seus malditos pronomes estão sendo deixados de lado. No site oficial do jogo Idle Champions of Forgotten Realms, por exemplo, deizaram de ser exibidos, e o mesmo vale para os personagens em jogo.

      (Concordo com você em relação a alguns dos culpados por isso. Marcas que caíram no fracasso por falta de competência e que, para tentar chamar leitores/jogadores, começaram a tentar "mimá-los" com promessas de poder e "liberdade". Fracassou na Marvel, DC, WoW e D&D, e continuará fracassando em todo lugar onde essa subversão for implantada.

      Sobre o papel dos personagens no mundo, sou da mesma opinião. Minha filosofia, até baseada em cunho bíblico é que os personagens jogadores são como grãos de areia. Pequenos, mas não insignificantes. Em relação à importância do personagem conforme sobe de nível, também vejo a coisa exatamente da mesma forma que vocês. Tudo tem seu tempo e seu lugar. O mais importante é que o mundo é um local vivo, que não gira em torno dos personagens. Eles podem ser os protagonistas de suas aventuras, mas não são o centro do mundo, nem mesmo chegando a níveis elevados).

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  2. Opa, só vi agora. Obrigado pela menção, nobre Odin!
    O cara que criou essa imagem teve uma inspiração quase divina para resumir tão bem o que se tornou o gênero Fantasia nos dias atuais!

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