Saudações, guerreiros da Luz
Em pergaminhos anteriores, discutimos as ações propostas pelo novo diretor geral de D&D, Dan Ayoub, para resgatar o hobby do fundo do Abismo em que WotC atirou D&D com as péssimas decisões tomadas na última década. Novamente, foi prometido um retorno às origens, e desta vez, houve um esforço genuíno em se reconhecer erros, pedir desculpas e trazer a bordo pessoas com competência para colocar as coisas em ordem, SE elas tiverem liberdade para trabalhar como desejam e como os jogadores esperam que o façam.
Na ocasião,
comentei que pela primeira vez havia sinais concretos de desejo de mudança, mas
que o que me fazia dar o benefício da dúvida não era o altruísmo, respeito ou
lealdade do novo gestor pelo jogo e por seu legado. Era o fato de que ele sabia
que tinha um tempo curto para levantar a marca em termos financeiros, e que se
não fizesse isso rápido, D&D estaria enterrado, e Ayoub, sem seu emprego.
Recentemente, essa minha hipótese foi oficialmente confirmada.
De acordo com
um comunicado oficial à imprensa, D&D lançará a série de streaming Dungeon
Masters no dia 22 de abril no YouTube com uma estreia especial de dois
episódios. Novos episódios serão lançados semanalmente, apresentando conteúdo
inédito para Dungeons & Dragons 5.5e. Um detalhe interessante aqui é que
Dan Ayoub cortou a parceria (recém resgatada) com a equipe do Critical Role, de
modo que daqui em diante, a única “grande” transmissão de streaming usando
D&D será Dungeon Masters. Isso pode ter sido feito por questões
mercadológicas ou como retaliação pelo lançamento de Daggerheart, um RPG
bizarro e colorido que tem batido de frente em termos de horrores com D&D
5.5, sendo igualmente fracassado em termos de venda e base de jogadores. De
qualquer forma, daqui em diante, a equipe de Critical Role precisará se focar
em perverter o legado de seu próprio jogo.
Voltando a
Dungeon Masters, o elenco conta com auto proclamados veteranos de TTRPG e
actual play. A campanha será narrada por Jasmine Bhullar (Dimension 20,
Critical Role), e os jogadores incluem Neil Newbon (Resident Evil: Village,
Baldur’s Gate 3), Devora Wilde (Baldur’s Gate 3, Clair Obscur: Expedition 33),
Mayanna Berrin (Dispatch) e Christian Navarro (Dungeons & Dragons One-Shot
Forgotten Realms: Tears of Selune). Assumo minha ignorância aqui e reconheço
que não faço ideia de quem nenhuma dessas pessoas é. No entanto, a julgar pela
estrutura “politicamente correta” do grupo, penso que em essência, a equipe de
Dungeon Masters será muito semelhante à de Critical Role, o que é um péssimo presságio.
O ponto chave
desse projeto, no entanto, está no fato de que ele foi construído para aguçar o
interesse de jogadores (fantasmas) pelos próximos suplementos que a WotC
lançará este ano; todas as campanhas serão “prévias” do novo material a ser
vendido, oferecendo dicas e amostras enquanto se faz a propaganda do que está
por ser comercializado. Em suma, uma iniciativa dedicada a tentar empurrar
novos produtos e cativar o público “moderno” que a WotC tem tentado criar sem
sucesso pelos últimos 10 anos.
Segundo a
própria companhia, o primeiro arco de campanha de Dungeon Masters apresentará
novo material da futura Season of Horror para D&D 5.5e. A campanha estará
ligada ao próximo livro Ravenloft: The Horrors Within e incluirá as novas
opções de personagens e estatísticas de inimigos do livro.
Abaixo compartilho o trailer de lançamento da
iniciativa e uma cobertura um pouco mais detalhada da primeira fase, mostrando
inclusive os personagens jogadores. Como mencionei acima, não sei quem são as
pessoas jogando e mestrando, mas ao menos até o presente momento, não há
absolutamente nada aqui que sinalize o prometido “retorno às origens”. Na verdade, muito pelo contrário. Este
projeto mostra o empenho da WotC em tentar capitalizar o desastroso D&D 5.5
de modo a recuperar um pouco do prejuízo que tiveram nos últimos dois anos,
utilizando a estratégia de Critical Role para tentar chamar a atenção para seus
novos produtos. Este tipo de movimento confirma o que alguns analistas disseram
semanas atrás, no sentido de que a WotC não planeja lançar um D&D 6ª edição
sem antes esgotar completamente todas as possibilidades com D&D 5.5. Deste
modo, também nos aproximamos de confirmar a teoria de que as novas linhas de
Dragonlance e Greyhawk que buscam capitanear o retorno à essência perdida não
abrirão uma nova edição do jogo em 2027, e serão apenas módulos com regras
alternativas. Isso em si é muito melhor do que aquilo mostrado pela empresa
atualmente, mas não é, nem de longe, o bastante para trazer novos jogadores de
volta. De qualquer forma, aos interessados, mais informações podem ser obtidas neste PORTAL.

A iniciativa dos meus Bruxos da Costa é exatamente usar a “estética” de arte do antigo, e retrógado, D&D e incorporar nas capas e paginas dos novos livros, mas deixar o texto tão diverso e colorido como é nesse momento. Um novo Cavalo de Tróia, já que os jogadores obsoletos irão comprar só pela capa e aceitar tudo dentro do livro como verdade absoluta. Tudo que é necessário para isso é colocar uns dois ou três nomes de autores retrógados e parentes de criadores do jogo que os grognards idiotas irão dar dinheiro para financiar a mensagem do “amor e diversidade” enquanto são contaminados pela minha linda ideologia. Esse é o futuro, já que todos sabem que os diabólicos Republicanos não irão se reeleger e o financiamento a artes e produções coloridas irá voltar com força total quando os demôniocratas voltarem ao poder, HAHAHAHAHAHA
ResponderExcluirAlém disso, esses atores, “diversos e que apoiam as causas certas”, escolhidos para esse show tem como o objetivo de apenas fazer propaganda, sem nem jogar de verdade. Além disso os novos escritores nem conhecem mais as mitologias e histórias fantásticas, já que agora é só colocar um nome famoso que todos irão querer comprar, mesmo que o personagem esteja sendo retratado completamente errado. A prova disso é que o novo livro de Ravenloft irá ter o domínio de Innsmouth onde o próprio Cthulhu está preso. Afinal, os Poderes Sombrios dos reinos do pavor podem agora prender até mesmo um old one capaz de fazer frente a Ao, Beory e Eru Ilúvatar. Mas por algum motivo poderes de Ravenloft não conseguiram prender o Vecna quando esse se tornou uma divindade maior e escapou dos reinos do pavor. Mas afinal, não é preciso ter conhecimento ao escrever para meus Bruxos da Costa, apenas coloque alguns nomes famosos e ponha alguns atores para fingirem jogar que os ignorantes irão comprar seus produtos, HAHAHAHAHAHAHA
https://www.youtube.com/watch?v=ZK5_VrT3gXE
Veja como “jogadores” veteranos, como o do vídeo, já estão defendendo tudo que os Bruxos escrevem nos livros apenas porque a arte agora parece ser mais “old school”. Não vai demorar muito para que todos eles estejam jogando com elfos “colorides”, anões barbas-frouxas e raças furry como tabaxis e dizendo que isso é “D&D de Verdade”, HAHAHAHAHAHA
[Esse show, e os livros novos, é a prova absoluta que a Wizards só está fingindo que “está voltando as raízes”. Eu olhei as artes dos jogos desse grupo ai é praticamente é um Critical Role 2.0 piorado. Porque pelo menos o grupo do Mercer consegue fingir melhor estão jogando um jogo, já esses da Wizards é claramente uma coisa feita só pra vender e fazer propaganda dos livros e o objetivo não é o jogo em si. Olha a arte dos personagens e me diz se parecem normais (Só o bardo se salva nesse grupo do primeiro link).
Excluirhttps://www.artstation.com/artwork/oJv8vJ
https://variety.com/wp-content/uploads/2026/04/Dungeon-Masters.png
Além disso, é como você disse, vão usar de tudo pra espremer esse 5.5 antes de irem pra uma 6E. A prova é exatamente essa de colocarem o Cthulhu preso Innsmouth dentro dos Domínios do Medo. Ignoraram tanto lore, tanto de Ravenloft quanto do Lovecraft, pra apenas botar um nome famoso pra vender que chega a ser ridículo. Pra começar, o Cthulhu tá preso não na cidade de Innsmouth, mas sim na cidadela de R'lyeh, que está afundada no meio do Oceano Pacífico, bem longe da cidade. Além disso, o Cthulhu só consegue manifestar aspectos perto dessa cidadela quando ela emerge de tempos em tempos e o selo estelar que o mantem preso enfraquece, e a manifestação nunca pode se afastar do local. Isso é visto no “Chamado de Cthulhu”. Também tem o fato de que os Dark Powers não conseguem aprisionar divindades maiores dentro dos domínios do medo, como é mostrado em “Die, Vecna, Die!” Como então eles aprisionariam uma “manifestação” do Cthulhu se ele já está preso dentro de uma prisão dimensional e só pode manifestar aspectos perto da prisão deles quando o selo tá fraco? Sem falar que um “aspecto” do Cthulhu tem o poder de praticamente um avatar de uma divindade maior, coisa os Dark Powers jamais conseguiriam conter. Todo o lore ignorado apenas para poder impulsionar vendas usando um “nome”.
O que realmente me deixou triste foi ver um jogador veterano como esse do vídeo ficar “feliz” com isso apenas porque o cara acredita que a “Wizards está nos ouvindo agora”, só pelo fato de que melhoraram um pouco a arte dos livros, curiosamente as capas, pra pegar bobo. O cara cria um monte de teorias, mas todas elas caem por terra se alguém perguntar “Como isso é possível se o Cthulhu tá preso em R’lyeh sob um selo interdimensional?” Tanto que o cara do vídeo sabe disso já que em nenhum momento ele cita a cidadela afundada no pacifico. Mas jogador carente de atenção é pior que o lacrador, porque diferente desse último, o carente vai gastar dinheiro nessa bobagem e financiar esse lixo.]
Tolo demônio, acha que eu fui o único a perceber o ardil de seus Bruxos da Costa? Apesar das palavras do jogador que grava o vídeo mostrado, os verdadeiros jogadores de D&D sabem que a ÚNICA coisa aceitável agora é um livro de Grayhawk escrito por Luke Gygax e que FAÇA HONRA AO NOME DO PAI. Absolutamente nada aquém disso será aceito. Sobre este show, como disse acima, ele parece apenas um novo Critical Role que funciona como propaganda. Qualquer jogador real que assista, irá perceber e continuar não comprando nada da WotC. Qualquer curioso colorido que assistir irá continuar não comprando livro algum, uma vez que os únicos interesses que eles têm na vida é reclamar e falar de si mesmos. Seja como for, a ideia fracassará.
ExcluirDevo lembrá-lo que Dragonlance 5e teve uma bela capa, que imitava propositalmente as artes antigas do AD&D. No entanto, quando ficou conhecido o "teor" do livro, fãs do cenário viraram as costas, mesmo antes de Margaret Weis dizer que jogadores não deveriam comprar aquela aberração. Seu Cavalo de Tróia não funcionará. Por fim, reconheço que o covarde Paladino Laranja que vergonhosamente traiu os guerreiros de Bananil está se afundando cada vez mais nas Guerras da Areia e do Óleo, mas isso não significa que seus Demo-cratas voltarão ao poder. Não se iluda!
(Sobre esse show, tentei no post ser minimamente neutro, mas admito que é impossível. Dada toda a história da WotC, você formar um grupo com 60% de mulheres e mestrado por uma mulher não é bom sinal. Espero que eu pague a língua e precise escrever aqui um pergaminho me retratando, mas duvido que isso acontecerá. Uma vez mais, eles estão "dobrando a aposta", e novamente, tudo o que conseguirão será chamar a atenção em um primeiro momento para depois arcar com os prejuízos do segundo em diante.
Sobre o entusiasmo desse jogador veterano do vídeo, tenho sérias dúvidas se não é fruto de suborno, porque é impossível ver algo assim e verdadeiramente acreditar que a empresa está ouvindo seus jogadores. Mas sejamos benevolentes, e retratemos isso como um delírio de alguém que quer muito acreditar em algo e está usando toda sua força de vontade para esmagar seu bom senso e inteligência.
Não vou comentar sobre Cthulhu, porque é ainda mais absurdo e ridículo do que Mordenkainen indo sem razão alguma a Ravenloft só para ser surrado por Strahd. Tenho amigos que estudam a sério os livros de Lovecraft (da mesma forma como eu faço com os de Tolkien e Lewis) e estou certo de que estão acendendo fogueiras e pegando forcados nesse exato momento...
Vamos ver onde isso irá parar...)
Trago maravilhosas atualizações sobre o show “Dungeon Masters” dos meus Bruxos da Costa! Esse Critical Role 2.0 é maravilhoso de tão progressista, diverso e imoral! Os personagens são magníficos, já que há um dois personagens, a elfa feiticeira e o gnomo artífice (necromante) são um casal “diverso” e que tem tanto amor que possuem uma filha (adotada) que praticamente é uma goblin, que estava morta, mas teve seu cadáver profanado e reanimado pelo casal, além de terem adicionado partes mecânicas e costurado partes de outros seres nela. Além disso, a elfa teve um caso com o damphir ranger psicótico. Tudo isso para mostrar que o relacionamento do grupo pode evoluir para um poli-amor generalizado onde todos fornicam com todos! Talvez até o zumbi da criança goblin participe da orgia, já que é mostrado que ela tem “partes” costuradas no corpo pútrido dela, HAHAHAHAHAHAHAHAHA
ExcluirAlém disso, veja como o “jogador veterano” aprova tudo” que meus cultistas falam e fazem. É como eu disse, “um lindo Cavalo de Tróia” porque tudo que os jogadores veteranos querem é um pinguinho de atenção, e isso é fácil de dar! Só é preciso fazer umas imagens mais próximas das artes clássicas de D&D e dar umas 7 moedas de prata para algum autor da TSR que foi corrompido ou algum parente que tenha criado o jogo. Se funcionou com o descendente de Tolkien, certamente irá funcionar com o de Gygax. Só precisa de 7 moedas de prata, HAHAHAHAHAHA
https://www.youtube.com/watch?v=LM73RxqIAg0
[Olha, esse casal (ou trisal) de “heróis” é do nível da tiefling esquizofrênica clériga depravada com seus dildos mágicos. A cereja do bolo de horrores é o cadáver da criança goblin mutilado e reanimado que é a “filha” do casal. E mesmo que digam que é baseado na história do Doutor Frankenstein, eles se esquecem que o Doutor é praticamente um louco que quer brincar de Deus, e que morre no final do livro puramente por consequências de seus atos.
O engraçado é que no grupo inquisitório, da campanha Coroa da Podridão, tem uma personagem levemente baseada no Doutor Frankenstein, que é a Doutora Natasha Hansley, que é uma alquimista, médica e cientista, que é praticamente um plágio da Plague Doctor do jogo Darkest Dungeon. A Natasha praticamente era uma estudante de medicina brilhante de medicina, mas era muito excêntrica e gostava de estudar conhecimento proibido e tabus. Tanto que ela foi expulsa da universidade por testar remédios em pacientes sem consentimento e por fazer autópsias sem autorização. Daí ela virou uma médica aventureira, que usava alquimia e conhecimentos científicos pra custear os estudos e experimentos dela. Só que ela gostava de roubar cadáveres pra fazer autópsias, e a inquisição foi atrás dela e a capturou. Mas viram que ela tinha conhecimentos únicos e que não estava totalmente perdida, logo a punição dela foi receber uma marca da justiça e servir a inquisição. Tanto que ela se juntou ao grupo sendo a mente mais “científica” do time (mesmo a gente tendo uma maga). A classe Alquimista caiu como uma luva para a personagem.]
https://static.wikia.nocookie.net/darkestdungeon_gamepedia/images/4/41/Plague_doctor.jpg/revision/latest?cb=20170915072101
Malditos sejam, Gronark! Você e TODOS os seus servos! Que todos ardam no Abismo!!!
Excluir(Deus do céu, eu preciso aprender a parar de dizer que as coisas chegaram ao fundo do poço. SEMPRE aparece algo inacreditavelmente pior. Quando achei que não era possível descer mais o nível do que em Vox Machina, veio Mighty Nien. Quando pensei que não era possível piorar aquilo, vem a WotC com um show oficial sobre desecrar o corpo de uma criança, trazê-la de volta à "vida" e ainda inserir partes de outros corpos nela. Não vou mencionar o "relacionamento romântico" pervertido e todas as insinuações óbvias que são feitas a partir desses três.
Essa perversão abominável não tem nada a ver com a história do Doutor Frankenstein ou com o fato de se estar em Ravenloft. É só podridão na sua forma mais crua. Eu sabia que aquela formulação de grupo era um mal sinal, mas não achei que alguém pudesse descer tanto. Depois disso, eu espero honestamente que o trabalho de Luke Gaygax em Grayhawk seja ruim e que a marca do D&D seja completamente destrúida. Para mim, não há "redenção" depois dessa linha que eles acabaram de cruzar.
Sobre esses "jogadores veteranos" que estão surgindo, para mim, são da mesma estirpe que os "especialistas de Tolkien" que brotavam da terra para defender aquela hedionda série da Amazon. Quando lidamos com crianças e adolescentes, é sempre importante perdoar e orientar por conta da inocência ou ignorância natural da idade. Mas adultos se sujeitando a isso, para mim, é inaceitável. Espero que percebam o erro em seus caminhos e mudem, mas para mim, o que eles querem é chamar a atneção e obter algum tipo de ganho com isso, independentemente da corrupção que estejam direta ou indiretamente defendendo.
Antes, eu estava cético sobre o movimento de mudança de direção em D&D. Agora, desejo verdadeiramente que a marca continue como está e se desintegre de uma vez. Em artes marciais, temos um ditado que diz que é melhor que um salgueiro seja arrancado da terra e morra durante seu auge do que permaneça "vivo" mas completamente podre por dentro. É preferível um estilo de combate morrer e desaparecer no tempo do que ser corrompido e viver de aparências e da glória do passado. Da mesma forma, prefiro ver D&D completamente destruído além de qualquer recuperação do que perpetuando corrupção neste nível).