Saudações, guerreiros da Luz.
Apesar deste tópico já ter sido bastante discutido em pergaminhos anteriores, o mesmo infelizmente continua ainda sendo brutalmente atual e por isso, merece ser relembrado. Como base, utilizo aqui dois trabalhos compartilhados pelo jogador que interpreta Gronark, o Senhor do 'Amor".
O primeiro deles, fala sobre a inversão de valores em nossa sociedade, inversão esta que faz um grande esforço para repudiar ou difamar qualquer tipo de indivíduo ou modelo de pensamento que passe valores de honra, caráter e retidão. Ao mesmo tempo, essa agenda trabalha para relativizar e banalizar tudo aquilo que é errado e ruim, na tentativa de convencer o maior número de pessoas possível de que o mal não existe, sendo este apenas um conceito preconceituoso e intolerante criado e repassado por gerações. Valores morais e as figuras que as representam, ou ao menos se esforçam para representar, são taxados nessa agenda como retrógrados, hipócritas, preconceituosos, intolerantes, etc. Tanto que hoje, é "impensável" uma capa de livro de D&D sem um demônio, elfa obesa e/ou personagens coloridos, enquanto arquétipos clássicos como o anão guerreiro, elfo ranger ou mago de longas barbas brancas são erradicados das artes como se fossem doenças.
O segundo, mais pontual quando tratamos de RPG, trata das mudanças e tentativas de reescrever a história que a Wizards of the Coast vem tentado fazer nos últimos anos. Mudanças que buscam criar uma padronização de pensamento relativizando tudo e banalizando o conceito de bem e mal dentro do jogo. Nisso, quase 50 anos de legado e histórias passa a ser descartado ou brutalmente destorcido para adequar o todo esse universo à ideia torpe de politicamente correto que prevalece no ocidente, em um discurso incoerente e falacioso que tenta se sustentar na ideia de tolerância e combate ao preconceito enquanto destrói sistematicamente a individualidade de raças de fantasia e categoriza como "trolls" e intolerantes qualquer um que ouse pensar de forma diferente. Ironicamente, agora a empresa está sendo
criticada e condenada como racista pela mesma fatia de mercado progressista que tentou agradar e trazer para o jogo durante a pandemia. E agora, ao perceber o óbvio, de que não será possível pautar a perenidade do jogo ou mesmo da empresa no apoio deste público volúvel e instável, a Wizards busca por meio de falsas promessas trazer de volta os antigos jogadores que abandonaram o hobby, mas sem tocar a corrupção que espalharam deliberadamente pelo jogo em todas as suas instâncias.
De qualquer forma, recomendo aqui os dois vídeos trazidos por Gronark, porque ambos realmente fazem uma análise interessante daquilo que temos discutido.

O pior é cuspirem no legado que tornou tudo isso possível - inclusive esse verdadeiro "privilégio" que é viver de escrever RPG e desenhar ilustrações de fantasia, que se tornou possível para muitas pessoas. Sem o Gygax e seus amigos "nerds" [ nerd de verdade e não essas cópias baratas de hoje em dia] dos anos 70 (e eles seriam sumariamente "cancelados" e descartados caso resolvessem começar hoje em dia), eles não teriam nada.
ResponderExcluirA segunda pior coisa é essa insistência bizarra, quase doentia, em colocar tieflings em todas as ilustrações. Um mundo onde "semi-demônios" andando por aí ostentando suas formas demoníacas são visões comuns é um mundo que estaria imerso no mais puro caos e anarquia.
Concordo plenamente, sábio bardo. Suas duas colocações foram realmente cirúrgicas, e resumem perfeitamente a situação doentia na qual vivemos.
ExcluirNão importa o quanto você tente lutar contra a mudança, jamais irá impedir a proliferação do “amor” no coração das novas gerações, caolho! Basta apenas ver os jogadores de D&D que começaram a jogar em 2014. Hoje, 12 anos depois, eles já são “adultes” e militantes da pauta da “diversidade, equidade e amor”. A maior prova disso é que eles adoram tieflings, apreciam sacrificar crianças para Moloch e Baal (basta a ver o número de abortos na Europa e nas Americas) e querem ensinar pronomes e “vuco-vuco” nas escolas para os filhos das pessoas que não agregam a essa visão. No fim, o “amor” irá libertar a todos! HAHAHAHAHAHAHAHA
ResponderExcluirSobre os heróis de hoje, está claro que apenas está sendo feita justiça histórica. As estatuas de antigos heróis e exploradores devem ser derrubadas e seus nomes vilanizados em nome do politicamente correto. Até a história precisa ser reescrita, veja o que foi feito com Jarl Harkon na série Vikings e com Helena de Tróia, onde atrizes mais “diversas” assumiram esses papeis! Além disso basta a observar as infinitas Lacradrieis que estão surgindo a todo momento, a ultima agora foi a Supergirl, que é uma bêbada hipócrita que matou o vilão no final de seu filme friamente apenas para saciar seu desejo egoísta de vingança. Essas são as heroínas do amanhã, HAHAHAHAHAHA
[O que estamos presenciando é praticamente o prologo do “1984” de George Orwell, onde se fala “Quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente, controla o passado.” Todo esse revisionismo é para apagar as identidades e ideais das pessoas e substituir por uma doutrinação mais permissiva que permite manipulação e evita tanto a autocritica quanto pensamento autônomo. Se olhar bem as pessoas com idade entre 15-30 anos hoje em dia, se percebe que a maioria delas são pessoas egocentristas altamente individualistas que ao mesmo tempo são dependentes e acomodadas que não tentam mudar a si mesmas ou a situação que estão. O pior de tudo é que a sociedade em geral de hoje pune qualquer um que não se enquadra nisso, mesmo pessoas que não se enquadram nisso, precisam agir assim como meio de defesa para não sofrer retaliação.
Sobre o D&D atual, já removeram os alinhamentos e agora paladinos podem fazer atrocidades sem nenhum problema. E quanto aos tieflings, eu vi o novo livro de Ravenloft onde o Cthulhu tá literalmente preso nos Domínios do Medo (porque quem escreveu isso não sabe que o polvão já está numa prisão cósmica em R’lyeh). Além dessa besteira, a quantidade de artes representando jogadores tieflings nesse livro chega a ser engraçado. Porque um cenário de horror onde a pessoa joga com um meio-demônio sem restrições morais (até mesmo os dark powers agora só são um boost pro personagem) deixa de ser um jogo de terror gótico onde os personagens tentam manter a humanidade e integridade ante um mundo de horrores.
No fim, D&D 5.5 é apenas uma continuação woke com uma máscara de Old School. Se ainda tem alguém que acha que o Guia do Melf pra Greyhawk vai ser bom. Basta ver esse novo livro de Ravenloft e o “Demon Masters” da Wizards.]
Tem mais um vídeo bom sobre a destruição de histórias e heróis;
https://www.youtube.com/watch?v=0AsjZi-lfmw
Seu plano horrendo não está dando os frutos que imagina, demônio. É verdade que seu exército de "cultistes" não foi reduzido apesar dos ataques do Paladino Laranja da Fúria, mas as críticas a suas profanações têm sido cada vez mais fortes e constantes. Veja, por exemplo, os resultados obtidos pelo filme de sua nova Lacradriel bêbada e com claros sinais de retardo mental. Outro ponto é o número de dislikes que seu novo filme, LacrOdisseia recebeu (mais de 700.000 até o presente momento). Seus esforços para retratar os malditos orcs como "sedutores selvagens" não deu certo, tanto que agora eles são retratados como troperos com imensos chapéus. Sua clara tentativa de empurrar os corruptos tieflings também não deu resultado; eles aparecem em virtualmente todas as capas de suplementos dos Bruxos da Costa, mas mesmo no antro de corrupção do D&D Beyond, o número de personagens dessa raça não aumentou.
ExcluirSua corja controla D&D e a mídia vendida, mas não as mesas onde o hobby é jogado. Você e sua laia de zumbis chegaram a um ponto em que não ocnseguem avançar mais. E daqui em diante, com ou sem D&D, vocês serão varridos de volta para o Abismo.
(Sim, concordo plenamente que estamos vivendo o prólogo de 1984. As coisas melhoraram desde que os DEMOcratas deixaram o poder nos Reinos Unidos do norte, mas ainda assim, era como eu dizia há dois anos. A derrota deles marca apenas o começo, e não o fim, da guerra para retomar nosso mundo e nossos jovens.
D&D está, de fato, mergulhando cada vez mais na profanação que D&D 5.5 institucionalizou. Quando as notícias sobre o trabalho do filho de Gygax chegaram, admito que tive uma ponta de esperança, mas aquilo tudo, em suma, não passou de palavras vazias. A realidade de D&D pode muito bem ser resumida naquele pérfido Demon Masters (que tem perdido audiência vertiginosamente, mas ainda representa a visão que a empresa quer empurrar sobre o hobby) e este novo absurdo de Ravenloft, que consegue ser ainda pior do que a edição higienizada da pandemia. É importante aceitarmos que D&D está morto e que qualquer coisa que saia daqui será no máximo um goblin reanimado, como aquelas blasfêmia de Demon Masters. O correto é jogar edições antigas ou jogos modernos como Old Dragon, OSE e outros nessa linha.
Por fim, grato pelo vídeo, acabei de acrescentar ao post).